
Criança de 7 meses chegou a ser socorrida, mas morreu de parada cardiorrespiratória.
Polícia pediu exame toxicológico para determinar a causa da morte.
A polícia deve ouvir essa semana os funcionários de uma creche da Zona Norte de São Paulo onde estava o bebê de 7 meses que morreu de parada cardiorrespiratória na última sexta-feira (25). A família alega que houve negligência por parte dos empregados; a creche nega. A mãe do bebê, Josefa Lidiane Correia, disse que o filho foi deixado na escola "bem de saúde".
A morte da criança só foi descoberta quando o pai, Julio Cezar Ribeira, chegou para levá-lo para casa. “Eu não tenho mais lágrima para chorar. Eu não dormi, não consigo comer, eu não tenho mais plano de vida”, disse a mãe ao Fantástico.
Josefa conta que deixou a criança na creche às 11h com uma papinha de legumes. “Eu deixei ele feliz, sorrindo, contente”, disse ela. “Não tinha febre, não tinha gripe, uma coriza ele não tinha. Ele estava perfeito, não tinha nada”, insiste.
Polícia pediu exame toxicológico para determinar a causa da morte.
A polícia deve ouvir essa semana os funcionários de uma creche da Zona Norte de São Paulo onde estava o bebê de 7 meses que morreu de parada cardiorrespiratória na última sexta-feira (25). A família alega que houve negligência por parte dos empregados; a creche nega. A mãe do bebê, Josefa Lidiane Correia, disse que o filho foi deixado na escola "bem de saúde".
A morte da criança só foi descoberta quando o pai, Julio Cezar Ribeira, chegou para levá-lo para casa. “Eu não tenho mais lágrima para chorar. Eu não dormi, não consigo comer, eu não tenho mais plano de vida”, disse a mãe ao Fantástico.
Josefa conta que deixou a criança na creche às 11h com uma papinha de legumes. “Eu deixei ele feliz, sorrindo, contente”, disse ela. “Não tinha febre, não tinha gripe, uma coriza ele não tinha. Ele estava perfeito, não tinha nada”, insiste.
Fonte: www.globo.com
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